Existe um paradoxo em torno do trabalho remoto. Jamie Dimon diz que isso vai matar a produtividade, enquanto startups estão contratando para vagas remotas. Quem está certo? Com @Abhinav_Gupta91 e Elena Simintzi, tentamos resolver essa disputa Papel: Substack:
Nossa principal constatação é que críticos e defensores distantes têm um ponto. O trabalho remoto aumenta a produtividade dos trabalhadores em *startups* enquanto a reduz para empresas já estabelecidas Nós instrumentamos o trabalho remoto com adequação ocupacional pré-pandemia para identificação
Por quê? Restrições de contratação. Startups já tiveram dificuldade em competir com empresas estabelecidas e com muitos escritórios Startups remotas aumentam as vagas de emprego, contratam mais por vaga e crescem mais rápido. Grandes empresas remotas enfrentam desafios de retenção de funcionários atuais
Esse canal de maior escala representa cerca de metade do impacto do trabalho remoto na produtividade. Os benefícios são vistos na taxa de produtividade dos novos contratados e também parecem se espalhar para outros trabalhadores, pois os funcionários atuais também se beneficiam quando novos trabalhadores chegam.
Esses resultados sugerem: • O trabalho remoto é desafiador de realizar, com concessões entre acesso ao mercado de trabalho e produtividade. Esses tradeoffs são melhor gerenciados por startups que ganham uma vantagem competitiva contra grandes empresas (que estão optando por RTO)
• O trabalho remoto ajuda a equilibrar a geografia da inovação. Se startups puderem contratar trabalhadores remotos em diversos locais, poderíamos ver uma maior dispersão da inovação e outras atividades nas metrópoles, em vez de se concentrar em poucas cidades.
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