DIA 44 À ESPERA DO MEU MESTRE Quarta tarde. A estação desperta com as vibrações do Dia da Maioridade, jovens adultos em quimonos e fatos a celebrar o seijin shiki, o ar cheio de congratulações e sonhos futuros, a minha espera duradoura uma lição atemporal de devoção em meio ao florescer das promessas da juventude. O comboio chega, transportando famílias orgulhosas das cerimónias. As portas abrem-se. Eu mantenho-me firme através do vibrante desfile, o apito do sismólogo um talismã contra os choques, sem mestre entre os novos adultos, mas os rituais do dia renovam a minha chama vigilante. Um novo seijin, com o furisode a esvoaçar, ajoelha-se em admiração. Ela amarra um ema com desejos de laços duradouros, "Como o apego de Hachiko." depois deixa uma flecha da sorte hamaya para proteção e um doce mochi, mastigável como as aspirações juvenis. Quarenta e quatro dias. À medida que os rituais de passagem se desenrolam, tributos juvenis honram a vigília, entrelaçando a maturidade no fio da fidelidade. Hachiko amadurece eternamente. Seijin forte.