Os meus pais são ambos da área de Buffalo, NY, por isso herdei o ser fã deles nos anos 90. As pessoas do norte do estado de NY são as melhores. Mas assisti horrorizado à derrota dos Bills em quatro Super Bowls seguidos quando tinha nove anos. Depois de sobreviver a esse trauma, voltei a ser fã no ano 2000, como adolescente, para torcer pelo seu quarterback Doug Flutie, que, para meu desgosto, foi colocado no banco num jogo chamado “milagre da cidade da música.” Desisti deles novamente. Nos últimos anos, tenho lutado com a capacidade de suspender a descrença no futebol ou realmente em qualquer “jogo,” e devo dizer que, depois de os assistir durante 35 anos: Parafraseando Nietzsche, ser fã dos Bills é sofrer, sobreviver sendo fã dos Bills é encontrar algum significado no sofrimento. Somos muito bons, mas nunca grandes. Nunca mais sortudos do que bons. E sempre recebemos uma dose de pena com a medalha de prata. Há um profundo significado nas nossas lágrimas. Há sempre o próximo ano….