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Quero que você entenda quem é esse homem.
Michael Fanone era membro da Polícia do Capitólio.
Ele não estava de plantão naquele dia – ele se deslocou sozinho quando os colegas pediram reforço.
Fanone *FOI* um apoiador e eleitor de Trump.
Ele apareceu para defender seu juramento.
Ele foi espancado, atingido com um choque, arrastado pelos degraus do capitólio, sofreu um ataque cardíaco, uma concussão e uma lesão cerebral traumática ao ser agredido por manifestantes.
Devido aos ferimentos naquele dia, aposentou-se, incapaz de servir.
Ele também perdeu vários amigos naquele dia devido à violência que tirou a vida de ambos.
Ele manteve sua posição e defendeu os membros do Congresso que estavam dentro.
Desde então, ele passou todos os dias denunciando Trump e os distúrbios de 6 de janeiro, e lutando por responsabilização.
Ele inicialmente atacou as declarações de Troy Nehls, um leal a Trump que pressionou por um novo comitê para investigar o dia 6 de janeiro, culpando os policiais pela violência e alegando que era armadilha.
Nehls chegou até a sugerir que foi culpa dos próprios policiais terem se ferido, ou que o dia 6 de janeiro foi "encenado"
E então Ivan Ranklin, um teórico da conspiração de extrema-direita e associado de Michael Flynn, fez mais comentários.
Ranklin foi quem acusou falsamente a polícia do Capitólio de plantar um dispositivo em 6 de janeiro.
E é por isso que o ex-eleitor de Trump tatuado e desleixado parecia prestes a socar alguém.
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